Tarumã 100 Anos: muito gasto e pouco resultado

O projeto Tarumã 100 anos foi lançado em 2017 e tem por objetivo capturar o potencial total da cidade e produzir qualidade de vida e bem estar. O projeto pioneiro visa melhorar educação, saúde e renda, com base em decisões administrativas acertadas, na eficiência no uso de recursos.

Contudo, a descrição do Projeto Tarumã 100 anos não condiz com a atual realidade do município, no qual apenas as medidas adotadas pela educação surtem efeitos. Na saúde, a cidade contabiliza 111 casos confirmados de dengue do início do ano até o momento, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Esses dados podem ser acessados através do portal:<a href=”http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-por-vetores-e…

Além disso, a geração de renda é a maior dificuldade encontrada pelo projeto, já que nos últimos anos o índice de desemprego bateu recorde deixando um saldo negativo de 703 empregos formais, de acordo com o site do Ministério do Trabalho e Emprego.

O Tarumã 100 Anos parece não ter problemas internos, nos últimos dois anos a equipe teve um custo de R$ 369.019,01. Esses gastos são os mais diversos, entre os principais estão café com leite, mortadela especial, viagens, hotéis e consultorias.

Alguns desses dados são bem curiosos, no empenho 2742-000/2020 uma empresa da cidade prestou um serviço de AUTO ELÉTRICA LINHA PESADA para o projeto. Outro empenho fora do comum se trata de uma padaria, onde o projeto compra café com leite e mortadela com descrição especial.

Compra de Cafe da manhã para o Projeto Tarumã 100 anos.

1 thought on “Tarumã 100 Anos: muito gasto e pouco resultado

  1. Esse artigo tenta vender uma imagem inexistente da real situação do município. O autor do texto não apontou nenhuma ilegalidade, não apontou a arrecadação do município, apenas o custo das contas públicas, e não contextualizou os dados epidemiológicos.
    Sendo direto com o ponto mais criticado no texto, renda com certeza é um dos maiores problemas do município, mas é evidente que uma cidade com menos de 20 mil habitantes e com um ecossistema econômico limitado por sua demografia, diversidade e capacidade de arrecadação, não conseguiria resolver tudo com uma “canetada”. Pelo contrário, são necessárias ações sistematizadas que ao longo do tempo criam uma rede local de profissionais capacitados e de um comércio/indústria mais resistente às adversidades. E isso a gestão está fazendo.
    E não, não é possível dissociar os pilares: Educação, Saúde e Renda. Pois consequentemente, se os munícipes possuem maior grau de instrução e melhor qualidade de vida, o processo de melhoria de renda passa a ser consequência sempre com resultados graduais.
    Pra não me prolongar, cito aqui algumas ações que o município faz para diretamente atuar no pilar da renda:
    – Suporte ao microempreendedor por meio de parcerias (Sebrae);
    – Disponibilização de um Marketplace para os comerciantes locais colocarem seus produtos e serviços à venda;
    – Cursos profissionalizantes em diversas áreas.
    Seria ideal que sempre que algo fosse publicado, o autor não incorresse no erro de não contextualizar, ou omitir informações. A não ser que o objetivo do texto não seja propositivo, e sim um meio de atacar a gestão atual. De qualquer forma, fica também sob a responsabilidade de quem lê, buscar paralelo com a realidade, e não resgatar da memória de curto prazo algum dissabor com a situação atual do município que, hoje, sofre do mesmo problema de outras cidades da federação: Um enfrentamento de uma pandemia grave e uma crise econômica que está se agravando.

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